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Mocidade VIVA! 1ª Ig. Presbiteriana do Tabuleirohttp://mocidadeviva.blogspot.com June 29 Tem Crente Lá! - mocidadeviva.blogspot.comComores - é o 15º mais perseguido do Mundo! ![]() Comores é formado por três das quatro ilhas vulcânicas que formam o Arquipélago de Comores, localizado entre o continente africano e a ilha de Madagascar, e por outras ilhotas. Seu território é extremamente rochoso e inadequado para a agricultura. A vida marinha, no entanto, é bastante rica e variada. População A
maioria dos comorenses possui ascendência étnica afro-árabe e malgaxe
(de Madagascar). Um terço vive em áreas urbanas, cujo crescimento tem
sido marcado por taxas impressionantes.A proporção de homens e mulheres
é praticamente a mesma e 42,4% da população têm idade inferior a 15
anos. A expectativa de vida no país é de 63 anos de idade.
A pobreza do país reflete na qualidade de vida dos habitantes. Apenas 56,5% da população é alfabetizada, e um quarto de todas as crianças com menos de 5 anos de idade são subnutridas. A maioria da população é muçulmana, pertencente à facção shafiita*. Existem centenas de mesquitas e quase toda a população educada do país teve de frequentar uma escola corânica em algum momento. Uma minoria constituída de algumas centenas de bahaístas também vive nas ilhas. Perseguição Os
líderes cristãos africanos dizem que Comores é a região do mundo mais
difícil para se evangelizar. O evangelismo é terminantemente proibido,
e quem for pego evangelizando pode ser preso e multado. Os cristãos são
discriminados em todos os setores da sociedade, mas não há restrições
quanto à prática religiosa particular. No início de 2008, autoridades expulsaram um missionário de Comores quando descobriram que ele realizava reuniões de oração às sextas-feiras. "A polícia invadiu a reunião, revistou a casa e encontrou Bíblias que havíamos escondido, depois nos prenderam", disse uma fonte que não quis ser identificada. "Ficamos presos por três meses." O estudante de direito Musa Kim, que se converteu há nove meses, tem sofrido nas mãos de seus parentes em Comores. Eles o agridem com bastões e socos e até queimaram suas roupas, disse ele. Vizinhos gentis o resgataram e amigos cristãos alugaram uma casa para ele, em uma localização secreta, enquanto se recupera de seus ferimentos. Em 15 de outubro, entretanto, alguns muçulmanos da ilha descobriram seu esconderijo e destruíram completamente a casa alugada. Questionado se ele relatou o caso para a polícia, Musa foi enfático: "Não - delatar essas pessoas só vai me trazer mais problemas". A Igreja: Há praticamente duas Igrejas no país: a Igreja Evangélica Internacional (na capital), e a Igreja clandestina, formada por convertidos comorenses que se reúnem nas casas. A Igreja Evangélica Internacional foi fundada na década de 1970. Embora haja pessoas de outras nacionalidades que frequentem essa Igreja, ela foi e continua a ser frequentada majoritariamente por indivíduos e famílias malgaxes. Essa Igreja, tradicionalmente, é voltada apenas aos seus membros e não tenta evangelizar os comorenses. Isso se deve, primariamente, ao medo de ser expulsa da ilha, caso alguém apanhao compartilhando o cristianismo com os nativos. Entretanto, nos últimos dois anos, houve uma mudança significativa na perspectiva e atuação das áreas humanitárias e espirituais. Já a Igreja clandestina começou quando o primeiro comorense entregou sua vida ao Senhor, no final da década de 1970. Embora o número de convertidos continue a ser pequeno, ele é crescente em quantidade e qualidade do compromisso. Grupos de comorenses convertidos continuam a se reunir com regularidade nas casas a fim de estudar a Bíblia. Assim como na maioria dos países muçulmanos fechados, a conversão vem acompanhada de dificuldades. Motivos de Oração: 2.
A Igreja desfruta de uma atmosfera de tolerância. Embora haja
restrições sobre suas atividades, os cristãos geralmente gozam de
relativa liberdade nas ilhas e casos de perseguição continuam sendo
isolados. Ore para que a Igreja ganhe o respeito e o favor da população
comorense. 3. A Igreja sofre com a impossibilidade de proclamar o evangelho livremente. Ore para que o governo abrande as restrições e permita tanto a organização de reuniões públicas como a celebração de feriados cristãos. 4. A nação tem sido afetada pelos conflitos políticos. Ore para que a Igreja seja capaz de promover um ministério de cura e reconciliação nas ilhas Comores. (Fonte: Missões Portas Abertas) June 09 Tem Crente Lá!Iraque - É o 16º mais perseguido do Mundo! O Iraque é um grande país desértico localizado no
Oriente Médio. O país pode ser dividido em quatro regiões principais:
desertos ao oeste, áreas montanhosas ao norte, planícies entre os rios
Tigre e Eufrates e uma planície de aluvião no sudeste. Quase 40% da população é formada por pessoas abaixo dos 15 anos de idade. A maioria da população é constituída de árabes, a segunda maior população é de curdos. Além dessas etnias, há turcomanos e assírios. Aproximadamente dois milhões de iraquianos deixaram o país desde o começo da guerra, fugindo para nações vizinhas, como a Jordânia e a Síria. Aqueles que têm famílias no Ocidente juntaram-se aos seus parentes. Com a falta de ordem no país, radicais islâmicos continuam exercendo tremenda pressão na sociedade, para conformar-se às interpretações extremas da lei islâmica. Além do mais, a frequente violência sectária, inclusive ataques a templos, tem impedido a livre prática da religião. Perseguição A situação tem piorado para a comunidade cristã. Muitos se mudaram para o Curdistão, região autônoma no norte do país, no qual há relativa segurança. O governo tem se mostrado incapaz de proteger os cidadãos, especialmente as minorias. Assim, há uma espécie de anarquia, e a minoria cristã é a que mais sofre. Grupos criminosos de fundamentalistas islâmicos lutam uma guerra não-oficial contra os cristãos, tentando acabar com a herança cristã no país. Templos e mosteiros foram destruídos; cristãos foram raptados e mortos. A perseguição não se dá de forma sistemática. No entanto, quase todos os grupos independentes (alheios ao governo) se posicionam contra a minoria cristã. Sabe-se que nas cidades de Bagdá e Mosul cobra-se taxas de não-muçulmanos, há conversão forçada ao islã, sequestros e vandalismo nas igrejas. Esses casos são muito numerosos, mas é quase impossível encontrar alguém que testemunhe tais fatos. Após um curto período de paz no Iraque no fim de 2007, a minoria cristã iraquiana enfrentou um ano violento em 2008. Igrejas foram atacadas ou destruídas por bombas, cristãos receberam ameaças de morte e foram assassinados, ofendidos e/ou sequestrados Em 2007, uma onda de sequestros deixou a população cristã em pânico. Na manhã do domingo de 19 de novembro de 2006, o sacerdote iraquiano Douglas Yusuf al-Bazy tinha terminado um culto e dirigia na rodovia al-Kanat, de Bagdá, quando quatro carros o cercaram e o forçaram a abandonar o veículo em que estava. Os homens dos veículos vendaram seus olhos sob a mira de suas armas e o colocaram no porta-malas de seu carro. O padre disse que os sequestradores dirigiram em círculos antes de o levarem até uma casa no cair da noite. A Igreja: O Iraque tem uma longa história com a Igreja. Diz-se que o Jardim do Éden foi localizado no Iraque. Todos os grandes grupos cristãos encontram-se no país: católicos caldeus, ortodoxos assírios e evangélicos. Em 1991, havia aproximadamente 850 mil cristãos no país. Em 2003, com a guerra, o número caiu para 550 mil cristãos. A invasão e as atividades terroristas que se sucederam levaram muitas pessoas a emigrar. Atualmente, o número de cristãos no Iraque é estimado em 385 mil. Motivos de Oração: 1. A Igreja tem sido afetada pelas constantes guerras. Ore pedindo o fim dos conflitos que perduram há décadas e para que as agências de auxílio humanitário desenvolvam programas de ministério que alcancem aqueles que sofrem. 2. Vamos orar para que a justiça seja feita a esses cristãos e a todo o povo. Oremos pela paz da região e que os líderes de todos os países envolvidos busquem a sabedoria do Senhor ao tomar decisões. 3. O ministério entre os curdos é particularmente perigoso. Os cristãos que vivem entre esse povo são constantemente perseguidos, ameaçados e mortos. Ore pela proteção e segurança dos evangelistas que trabalham entre eles. 4. Ainda não existe a Bíblia publicada em nenhum idioma curdo. A tradução já foi feita, mas não foi concluída. Ore para que esse trabalho seja colocado à disposição dos cristão (Fonte: Missões Portas Abertas) May 23 Tem Crente Lá!Djibuti - É o 38º mais perseguido do Mundo!
![]() O Djibuti ocupa um planalto quente e árido no nordeste do continente africano, região conhecida como Chifre da África. Seu território é repleto de lagos de água salgada e acomoda diversas cadeias montanhosas, algumas com altitudes superiores a 1.600 m. A capital, também chamada Djibuti, é a maior cidade do país e abriga dois terços da população nacional. A maioria dos djibutianos pertence aos grupos étnicos somali e afar. Existe cerca de 15.000 estrangeiros vivendo no país, e a maioria deles são franceses. Aproximadamente 40% da população possui idade inferior a 15 anos e a expectativa de vida dos djibutianos está entre as mais baixas do mundo: 44 anos. População A escassez de chuvas limita o cultivo de frutas e vegetais, e a maior parte dos alimentos precisa ser importada. Djibuti tem poucos recursos naturais e uma indústria pequena; por isso, a nação depende de ajuda estrangeira para fazer seu balanço de pagamentos e financiar projetos de desenvolvimento. O alto índice de desemprego - 60% nas cidades e 83% no campo - continua a ser um enorme problema. Mas, como a economia do país depende muito do trabalho de estrangeiros, a renda per capta de um imigrante é quase o dobro da de um djibutiano. Os franceses chegaram ao Djibuti no final da década de 1850, em uma ação de contrapartida à presença dos ingleses em Áden, no atual Iêmen. Em 1888, o país tornou-se parte da Somália Francesa. Apesar do fervor nacionalista, um plebiscito em 1967 determinou que o país continuasse sob o domínio francês. A nação ainda é unipartidária, e seu presidente
mantém fortes laços com a França, a qual conserva uma presença militar
significativa no país. A maioria da população é muçulmana - o islamismo chegou à região no ano 825 -, enquanto o restante da população professa o cristianismo. Os muçulmanos são constituídos de sunitas, com uma pequena parcela de xiitas. Existe ainda um pequeno contingente de hindus entre os trabalhadores indianos. Perseguição
Embora haja liberdade religiosa e de
evangelização, esta última não é encorajada. O governo requer que os
grupos religiosos se registrem com o Ministério do Exterior,
submetendo-lhe um pedido. Esse Ministério, com o Ministério do
Interior, investiga o grupo requerente. Uma vez aprovado, o requerente
assina um acordo de dois anos, detalhando suas atividades. Os que se convertem ao cristianismo enfrentam pressões sociais. Viagens recentes de correspondentes a Djibuti revelaram muitos exemplos de discriminação e perseguição, como atesta o seguinte relato: "Certa noite, nosso líder, um evangelista, dirigia uma reunião de oração em sua casa. Cerca de 20 muçulmanos armados de paus e pedras invadiram abruptamente o local e atacaram os cristãos. O evangelista foi esfaqueado na perna. Após a agressão, os criminosos fugiram, deixando-o semi-morto." "Em outra ocasião, estávamos em nossa sala de estar orando com outras pessoas. A polícia federal cercou e invadiu o local. Ela revistou o lugar, apreendendo documentos, livros e alguns materiais da igreja. As pessoas que participavam da reunião de oração foram presas. Na delegacia, um policial agrediu um dos cristãos com uma barra metálica, deixando-o seriamente ferido. Ele foi levado a um hospital e ficou internado por um longo período. Como Paulo e Silas haviam feito na prisão, o grupo começou a cantar e a louvar o Senhor. Alguns dos outros presos se juntaram a eles. Seis pessoas se converteram naquela cadeia. O grupo ficou preso por três dias." "Muçulmanos convertidos também sofrem com a perseguição. Nossa comunidade foi compelida a persegui-los e eles acabaram excomungados. Perderam seus empregos e eles agora não têm casa nem comida. Há ainda outros casos de perseguição, mas o Senhor Jesus nos ensina a permanecer firmes em meio ao sofrimento. Ele também nos mostra que sempre estará por perto para nos ajudar. Jesus Cristo nos preserva do medo da perseguição. Prezado irmão em Cristo, ore para que o nosso Deus nos encha de coragem e nos ajude a alcançar os que ainda não conhecem a Cristo em Djibuti." A Igreja: Padres católicos chegaram ao país no final do século XIX junto com os franceses, mas a diocese de Djibuti só foi estabelecida em 1955. As primeiras igrejas protestantes foram formadas entre 1940 e 1960. Existem hoje diversas igrejas católicas e um grupo reduzido de igrejas protestantes e ortodoxas. A maioria dos cristãos constitui-se de trabalhadores estrangeiros. Um pequeno número de grupos missionários estrangeiros opera no país. Motivos de Oração:
A Igreja local sofre com a falta de influência na
sociedade. Ore para que os principais líderes islâmicos e os muçulmanos
proeminentes na sociedade djibutiana se convertam ao cristianismo. Tais
conversões podem ter um impacto significativo na população em geral.
Os cristãos sofrem com a pobreza de Djibuti. Ore para que organizações cristãs de desenvolvimento e ajuda humanitária encontrem novas oportunidades de trabalho no Djibuti. (Fonte: Missões Portas Abertas)
May 17 Tem Crente Lá! mocidadeviva.blogspot.comMauritânia - É o 18º mais perseguido do Mundo!
![]() Banhada pelo Atlântico Norte, a Mauritânia está localizada no noroeste da África, entre o Senegal e o Saara Ocidental, possuindo ainda fronteiras com a Argélia e Mali. O território da Mauritânia abrange mais de um milhão de quilômetros quadrados, uma área equivalente a quatro vezes o Estado de São Paulo. O relevo mauritano é caracterizado principalmente pelas áridas planícies do deserto do Saara, ocorrendo algumas formações montanhosas. População De toda a população mauritana, 41% é de crianças com menos de 14 anos de idade. Várias etnias compõem a população. Os mouros (árabes e berberes) são 30%; os negros (diversas etnias de origem africana) são outros 30%. E a mistura de mouros e negros completa os 40% restantes. O islamismo assumiu o controle da região no século X e obteve êxito na conversão das tribos berberes. Quase todos os mauritanos são muçulmanos de tradição sunita, embora muitos também pratiquem tradições tribais. A Igreja O cristianismo chegou à Mauritânia no início do século XX por meio de padres católicos e missionários. Os cristãos não chegam a 1% da população, somando apenas cerca de mil pessoas. Há protestantes na capital, mas eles não têm sido capazes de iniciar nenhum trabalho de peso no país. A maior parte da atividade evangelística é dirigida a trabalhadores imigrantes da África subsaariana. Não há igreja liderada por mauritanos. Os cristãos do país não conhecem muito do cristianismo, e têm princípios bastante influenciados pelo islamismo. Há missionários no país. Todos eles estão envolvidos com o trabalho de organizações não governamentais (ONGs), ou possuem um emprego secular para garantir seu sustento. Perseguição
As leis proíbem os mauritanos de ouvir o evangelho
ou de se converter ao cristianismo. O governo se encarrega de manter o
cristianismo longe do povo.
A lei diz que a apostasia (abandono do islamismo) resultará na morte do convertido, embora essa sentença não tenha sido executada (formalmente) nos últimos anos. Há também artigos na lei de imprensa que restringem a impressão, a distribuição e a importação de materiais religiosos não-islâmicos, embora a posse pessoal desses materiais não seja ilegal. A divisão da sociedade em tribos e castas dificulta ainda mais a vida dos convertidos. A tribo da qual o indivíduo faz parte é mais importante do que o país, pois as tribos existem bem antes de o país se formar. A atitude de se converter ao cristianismo é vista pela tribo como uma negação dos valores e da identidade do grupo. Isso faz com que alguns não queiram se converter, e que os convertidos não queiram revelar sua nova fé. Novos convertidos são rejeitados pela família e pela tribo, e membros da tribo podem ser encontrados em praticamente qualquer lugar. As pessoas de origem cristã também sofrem opressão severa em sua comunidade. Motivos de Oração:
Interceda pela jovem Igreja mauritana. Ore para
que os cristãos amadureçam em sua fé. Algumas tentações, como dinheiro,
podem influenciá-los a não manter seu coração puro e firme em Jesus.
Os cristãos sofrem com a miséria da nação. Ore para que cristãos estrangeiros ajudem a Mauritânia por meio de programas de desenvolvimento econômico e comunitário, o que poderia gerar boas relações entre a igreja e o governo. Culturalmente, há muitas diferenças entre os grupos étnicos que compõem a população mauritana. Ore para que os líderes cristãos de diferentes etnias consigam superar as diferenças e se unirem no trabalho, tendo Jesus como exemplo. (Fonte: Missões Portas Abertas)
May 05 Tem Crente Lá! - mocidadeviva.blogspot.comLaos - É o 8º mais perseguido do Mundo!
Localizado no Sudeste Asiático, o Laos é caracterizado por seu terreno extremamente montanhoso, apresentando poucas planícies e planaltos.A fronteira norte do país faz parte da região conhecida como Triângulo Dourado (Mianmar, Laos e Tailândia), de onde sai grande parte da heroína consumida no mundo.
População Mais de um terço (41%) dos laosianos tem idade inferior a 15 anos. A maioria da população habita pequenos vilarejos rurais. Há muitos grupos étnicos no país, mas eles se dividem em três grandes grupos: os laosianos da planície (68% da população); os laosianos do planalto (22%), e os laosianos das montanhas (9%). São faladas 82 línguas no país. O budismo da escola theravada é a principal religião do país. Por ser considerado parte da vida da população, o budismo tem mais liberdade do que outras religiões nesse país comunista. O Laos tem o 23º maior índice de mortalidade infantil do mundo. Acredita-se que 69% das crianças laosianas carecem de atendimento básico de saúde. A Igreja Os missionários católicos chegaram ao Laos no século XVII. Em 1902, comunidades na Suíça enviaram uma missão ao sul do Laos, onde plantaram igrejas, começaram uma escola bíblica, e traduziram a Bíblia para o idioma laosiano. Em 1928, a pequena missão convidou a Aliança Missionária Cristã (AMC) para enviar missionários ao norte do país. A entrada do comunismo em 1975 obrigou todos os missionários a deixarem o Laos. A AMC, entretanto, continuou a trabalhar no norte, e a missão suíça no sul. A população cristã naquela época era de dez mil pessoas. Depois do comunismo, mais de 50% abandonou o país. Há aproximadamente 250 congregações protestantes no país. São reconhecidos apenas três grupos cristãos - a Igreja Evangélica Laosiana, os Adventistas do Sétimo Dia e os Católicos Romanos. Embora não haja um número definido de cristãos, a maior parte dos estudiosos afirma haver de 100 a 120 mil evangélicos no país. O maior grupo cristão é da tribo khmu (entre os laosianos do planalto), compondo 50% dos evangélicos. O resto está entre os hmong, bru, lao (entre os laosianos das montanhas). A maioria das igrejas está na zona rural. De fato, só três igrejas protestantes estão localizadas em cidades. A taxa de crescimento estimada é de dois mil convertidos por ano. Sabe-se que há cristãos em 11 das 16 províncias. Perseguição
Apesar de a Constituição laosiana conter princípios favoráveis à liberdade religiosa, o governo continua a restringir essa liberdade, forçando cristãos a renunciar a sua fé, aprisionando-os e fechando seminários. Tem aumentado a perseguição contra os convertidos hmongs, que são normalmente considerados rebeldes contra o Estado. Desde novembro de 2006, 52 famílias hmongs foram presas. Destas, 27 pessoas ainda estão presas, e sete famílias fugiram. Em julho de 2007, 13 crentes hmongs foram assassinados. Há algumas atitudes positivas. Ao longo dos dois últimos anos, a maior parte das igrejas que estavam fechadas foi reaberta. O governo central tomou medidas para educar as autoridades das provinciais na implementação das leis religiosas. Esse desenvolvimento conteve a perseguição em algumas áreas remotas.
Motivos de Oração:
Os cristãos são alvo de perseguição dos budistas. Peça a Deus para que o evangelho seja pregado entre os monges budistas e que a escuridão espiritual do budismo seja dissipada com a luz do evangelho.
Grupos minoritários são ainda mais perseguidos. Muitos cristãos que fazem parte das minorias têm sido intensamente pressionados a renunciar à sua fé. Ore para que esses cristãos permaneçam firmes e dêem um grande testemunho. (Fonte: Missões Portas Abertas)
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